domingo, 27 de novembro de 2011

Longo e tenebroso inverno

Nossa como faz tempo que não apareço por aqui.
Abandonei meu blog pelo Facebook! É mais rápido e interativo né.
Hoje me deu saudade e voltei por aqui na tentativa de retomar minhas postagens.
Preciso encontrar um ou mais temas pra poder enfocá-los aqui, só postagens aleatórias não fazem muito sentido num blog, é isso que tenho descoberto frequentando outros blogs por aí.
Já pensei em escrever sobre minha profissão, Dentista, sobre humor na saúde e a última ideia que me ocorre é continuar no tema do blog que é ser mãe.
E é isso que vou seguir e veremos se consigo continuar postando, publicando coisas interessantes.
Sorte e vida longa ao Coração de Mãe!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

ELIO GASPARI - O SUS é mais bem avaliado por quem o usa

 Publico este texto abaixo pois achei muito interessante as considerações do Elio Gaspari sobre a avaliação do SUS:

O Ipea descobriu que 30,4% dos clientes do SUS estão satisfeitos e 80,7% louvam o programa Saúde da Família


Deve -se ao economista John Kenneth Galbraith a expressão "sabedoria convencional" para designar alguma coisa que as pessoas acham porque outras pessoas acham. Por exemplo: se a África está atolada em ladroeiras, golpes e miséria, como Botsuana está na África, Botsuana está ferrado. Erro, esse é um caso de ignorância convencional. Em 30 anos, o país cresceu a uma média superior à da China, Coreia ou EUA. Sua renda multiplicou-se 13 vezes e seus cidadãos tornaram-se mais ricos que os tailandeses, búlgaros ou peruanos. (Mais exemplos no livro "The Rational Optimist", de Matt Ridley, US$ 12,99 no e-book.)
Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada revelou que a percepção de que a rede de saúde pública brasileira é um desastre tem um perigoso ingrediente de ignorância convencional. O SUS não é nenhum Botsuana, mas 30,4% dos entrevistados que buscaram seus serviços ou acompanharam um familiar no último ano avaliaram-no, de uma maneira geral, como bom ou muito bom, enquanto 27,6% consideraram-no ruim ou muito ruim. O índice de aprovação do SUS fica na mesma faixa onde estão os serviços financeiros, aéreos e de telecomunicações.
Propagando a ignorância convencional, 34,3% dos entrevistados que não tiveram experiência alguma com o SUS acharam-no ruim ou muito ruim, e só 19,2% consideraram-no bom ou muito bom. A visão catastrofista está mais em quem não usa o serviço do que naqueles que o usam. Essa tendência já foi detectada há tempo e pesquisas do Ibope informam que ela ocorre também nas áreas de transporte e educação. Palpite: quem não usa um serviço que atende ao andar de baixo sente-se recompensado ao achar que ele não presta, pois custa-lhe dinheiro fugir da rede de atendimento da patuleia. Julga-se protegido, mesmo suspeitando que o plano de saúde poderá desová-lo na rede pública quando seu tratamento for mais caro. Esse pode ter sido o caso do cidadão que a seguradora Porto Seguro, amparada pela Agência Nacional de Saúde, remeteu ao SUS para receber (de graça) uma dispendiosa droga contra artrite reumatoide. Ele, que paga R$ 8.000 mensais no seu plano familiar, argumentou: "Eu não vou ficar em fila de SUS nem morto".
Avaliando cada ramo dos serviços utilizados, os números do Ipea dizem mais: 80,7% dos entrevistados atendidos pelo programa Saúde da Família consideram-no bom ou muito bom; 69,6% dos clientes do serviço de distribuição de remédios gratuitos deram a mesma boa opinião. A avaliação positiva do atendimento por médicos especialistas ficou em 60,6%. Na rabeira, com 48% e 45% de aprovação, estão as emergências e os postos de saúde, considerados ruins ou muito ruins por 31% dos entrevistados que os utilizaram.
Mesmo sabendo-se o risco que há em qualquer comparação de pesquisas, os números do Ipea colocam o SUS num patamar um pouco melhor que o do sistema público e privado americano (o que não chega a ser um elogio) e um pouco pior que o austríaco. Na Alemanha, 14% dos entrevistados acham que a área da saúde pública precisa ser completamente reconstruída, enquanto 38% acreditam que alguns ajustes seriam suficientes.
Se a freguesia do SUS botar a boca no mundo toda vez que for mal atendida, ele melhorará. Se baixar a cabeça, achando que "é assim mesmo", piorará. Em qualquer caso, não é justo que se tenha uma má opinião de um serviço público a partir do juízo de quem não o usa.
Serviço: a pesquisa do Ipea está, na íntegra, em seu portal, no link abaixo:


http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=7187&Itemid=2

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Nosso Lar

 
    Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,
Qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.
(Chico Xavier

Faz uma semana que fui assistir "Nosso Lar", filme de Daniel Filho baseado no livro homônimo, psicografado por Chico Xavier e ditado pelo espirito de André Luiz, um médico que faleceu nos anos 30, contando sobre a vida após a morte.
Eu já tinha lido o livro e tinha os cenários mais ou menos desenhados na minha mente.
Fiquei surpresa apenas com os traços futuristas da cidade de "Nosso Lar", que parece ter sido projetada por Oscar Niemeyer. Na verdade, me lembrou Brasília, a praça central e a Esplanada dos Ministérios.
Dizem que Brasília tem essa forma não por acaso, mas por sugestões espirituais também.
O filme é muito comovente, traz uma mensagem muito bonita, sem ser doutrinário.
É muito interessante ver como filmes, séries e novelas de tema espírita tem feito sucesso e tem sido aceitos por muita gente.
Espero que isso não seja só "modismo", mas uma real oportunidade de divulgar a doutrina espírita, combatendo preconceitos. 
Vale a pena ver o filme e ler os livros ditados por André Luiz, que trazem uma chance de sabermos melhor como se passam as coisas após nossa passagem.
É uma linda forma de comemorar o centenário de Chico Xavier.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Olha só quem chegou!

Este é o Bob Marley!
Temos um novo habitante aqui em casa. 
Um bebê de 3 meses peludo e de 4 patas. O nome dele é Bob Marley.
Ele veio de uma casa na Granja Vianna onde morava desde que sua mãe foi resgatada prenha na Raposo Tavares.
Eu o encontrei num site chamado "Anjos para Adoção" (você acha o link na coluna à direita) escrevi um e-mail para a pessoa que cuida dos bichinhos abandonados e ela então nos trouxe essa meiga criaturinha no sábado passado.
Ele já está castrado e vai ser vacinado esta semana e, se Deus quiser, viverá conosco por muitos anos nos trazendo alegria com seu rabinho abanando.
Todo mundo já caiu de graças por ele, a casa já gira em torno desse bichinho tão amoroso.

Adote você também um bichinho, afinal, amigo não se compra!

sábado, 28 de agosto de 2010

Vídeo absurdo do TSE



REPÚDIO A ESSE VÍDEO!
Desde a primeira vez que assisti a esse vídeo feito pelo TSE para fazer propaganda das eleições e, pretensamente, orientar os eleitores sobre a importância do voto consciente, me revoltei com o uso indevido da imagem de um falso dentista.
Como sempre a mídia, ao invés de promover a boa imagem da minha profissão, denigre, ridiculamente, colocando um dentista transtornado, com feições de louco, querendo aplicar uma injeção, que causaria "amnésia de 4 anos" numa paciente indefesa.
Não bastasse a falta de imaginação do roteiro e o mau gosto das imagens, o TSE ainda contribui, de forma vergonhosa, para alimentar o mito absurdo do "dentista sádico".
Não estamos mais na idade média e faz muito tempo que ir ao dentista não é mais um sofrimento.
Nós, cirurgiões-dentistas, somos profissionais de saúde, e, como tais, merecemos respeito, tanto quanto os médicos, que são verdadeiramente santificados pela mídia.
O CRO-SP (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo), hoje, finalmente publicou uma nota de repúdio a esse vídeo, que presta um grande desserviço à população brasileira e aos profissionais dentistas.
Eu também publico aqui no meu blog meu manifesto de repúdio a essa idéia infeliz do TSE.
Por favor, quem visitar meu blog, divulgue esse manifesto de repúdio.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Ditadura da Cor de Rosa

Li um texto muito interessante, da Mirian Goldemberg, hoje no suplemento Equilíbrio, da Folha de São Paulo e quero compartilhar aqui porque tem muito a ver com o que eu penso.
Ele fala sobre a ditadura da cor de rosa, ou seja, hoje todas as meninas tem roupas, brinquedos, mochilas, canetas, cadernos, etc. cor de rosa. Nenhuma outra cor tem espaço.
Já os meninos tem muito mais liberdade, eles usam qualquer cor numa boa, até o rosa.
E essa monocromia tem muito a ver com o padrão que hoje se exige da mulher, aliás, por elas mesmas...
O rosa lembra feminilidade, romantismo, fragilidade, sensibilidade, tudo que, no seu lado negativo, as mulheres de outros tempos fizeram de tudo para afastar do estereótipo da mulher.
E hoje esse estereótipo volta de uma forma muito mais negativa e cruel. As mulheres querem ser submissas, frágeis, bonitas, loiras e burras. "Modelos e atrizes".
Vou colocar aqui o link pra acessar esse texto em outro blog, porque na Folha ninguém consegue entrar.
http://sergyovitro.blogspot.com/2010/08/mirian-goldenberg-princesas-cor-de-rosa.html
Leiam, vocês vão gostar.
E vamos pensar, vamos colocar mais verde, azul, lilás, amarelo, branco e outras cores no mundo das meninas.
Elas podem ser românticas, sensíveis, bonitas, mas também podem ser fortes, inteligentes e independentes!
Vamos começar a cortar esse movimento das "mulheres-fruta", que são só um corpo sem cérebro.
Não precisamos mais queimar nossos sutiãs como nossas antepassadas, mas vamos à luta mulheres, vamos nos valorizar!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Sexta-feira, 13 de agosto


Geeente! Hoje é sexta-feira, 13 de agosto!

Achei algumas curiosidades sobre essa data e vou compartilhá-las aqui com vocês.

A origem da sexta-feira 13 

A crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a mais popular superstição entre os cristãos. 
Há muitas explicações para isso. A mais forte delas, segundo o Guia dos Curiosos, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta-feira e, na sua última ceia, haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.
Mas mais antigo que isso, porém, são as duas versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica. 
Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa. 
Segundo outra lenda, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em bruxa. 
Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.
Em outro site encontrei que a lenda da sexta-feira 13 surgiu na Idade Média, no dia 13 de outubro de 1307. Nesse dia, a Ordem dos Templários (do cristianismo) foi declarada ilegal e acusada de heresia pelo rei Filipe IV da França e os membros foram presos, torturados e executados.

O número 13
A crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é estimado como símbolo de boa sorte. 
O argumento dos otimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte. 
Assim, na Índia, o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. 
Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. 
Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.

Quem tem medo da sexta-feira 13? 

Se você teme a sexta-feira, 13, é porque você sofre de uma fobia chamada "paraskavedekatriaphobia", expressão grega que une as palavras "fobia", "sexta-feira" e "treze", ou seja, medo da sexta-feira, 13.

Então, vamos à happy hour da sexta-feira, 13 de agosto pra esquecer a paraskavedekatriaphobia né?